sábado, 2 de abril de 2011
Mudou a hora
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
NEW MUSIC, 1400-1600
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
sexta-feira, 20 de março de 2009
sexta-feira, 6 de março de 2009
Da Felicidade, de João da Encarnação Reis

Livro sobre a felicidade que nos desceve como "onda de energia no oceano do vazio universal" de acordo com os conceitos da física quântica com referência à física e filósofa Danah Zohar. a ideia de uma outra inteligência, a espiritual, ou a nossa ligação ao todo. João da Encarnação Reis reflecte sobre uma sociedade que uniformiza o ser humano, é hedonista e materialista na pretensão de confundir o ser com o ter e se afunda sem ver; sustentando-se nos exemplos que recolhe de histórias que nos conta, nos livros que refere, nas experiências que analisa (...)
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
Maria Graciete Besse é de um rigor, precisão e esplendor de linguagem muito raros, neste ensaio que analisa a fundo o imorredouro romance de José Saramago.
Urbano Tavares Rodrigues, in JL nº 1000
sábado, 7 de fevereiro de 2009
Sobre A Claridade, de Joel Henriques
"Encontramos nos poemas de A Claridade não exactamente uma luz que tudo pretenda ofuscar, mas antes uma luz que incide sobre uma superfície quase evanescente, como se a vida, com seus lugares concretos e pessoas, suas misérias e seus sucessos mais não fosse que uma pressentida realidade sempre distante do poeta."
sábado, 10 de janeiro de 2009
Sobre O que Sobra, de Manuel Silva-Terra
"Manuel Silva-Terra procura na poesia a dúvida do mundo e em particular a dúvida
que advém do mistério da natureza na sua relação com os homens."
Saramago e o Alentejo
Índice:O percurso alentejano
Uma prática do olhar
O mito do judeu errante
Levantado do Chão e o paradigma épico
O Alentejo trágico e imutável
Os territórios da identidade na obra de Saramago
Bibliografia seleccionada
Maria Graciete Besse nasceu em 1951, na Caparica. É professora catedrática na Sorbonne (Paris). Publicou poesia, narrativa e ensaio: Uma Leitura de “O Fogo e as Cinzas”, Estudo Sobre “Contos Exemplares" de Sophia Mello B. Andresen, Os Limites da Alteridade na Ficção de Olga Gonçalves, Discursos de Amor e Morte – a ficção de Urbano Tavares Rodrigues, Percursos no Feminino, Littérature Portugaise.
domingo, 28 de dezembro de 2008
Contos do não-tempo

" Uma das características dos contos do não-tempo é a sua confiança nos ideais. (...) A única descoberta talvez não seja a de litorais novos, mas também o que deles regressa. A experiência mais rica e completa, porque não depende apenas de nós ou da vontade etérea. Nestes contos, as vivências e as ideias encontram-se juntas. São um reflexo positivo da própria europa. Algumas veredas que suscitam relutância aparecem como algo valioso que merece ser percorrido."
Do prefácio de Joel Henriques
Rodrigo Siqueira Batista nasceu no Rio de Janeiro, em 1971. É coordenador do Curso de Graduação em Medicina do Centro Universitário da Serra dos Orgãos. Os seus trabalhos académicos têm incidido nas áreas da Ecologia, Filosofia, Física, Imunologia, Neurociências e Nutrição.
Publicou também romance e poesia e contos.
Recebeu vários prémios científicos e literários.
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
Apresentação do livro "A Claridade", de Joel Henriques
Livraria "Caneta azul"

Joel Henriques lê um poema do seu livro "A Claridade"
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
Ambiguidade oriental
Apresentação do livro "João Lúcio", de Edgar Pires Cavaco
26 de Outubro de 2008
O actor Rui Cabrita fez a leitura de poemas de João Lúcio no chalet onde viveu o poeta.
terça-feira, 7 de outubro de 2008
A Claridade

Alentejanando

"Cruzando os sabores com história, Joaquim revela os seus gostos e experiências gastronímicas e consegue, literalmente, dar-nos uma imagem da cozinha tradicional alentejana. Um trabalho, ou melhor, uma devoção pelos aromas, sabores e saberes do Alentejo (...)"
Paula Matos dos Santos, Pessoas e Lugares
domingo, 7 de setembro de 2008
Apresentação do livro "o que sobra"
Livraria ARQUIVO, em Leiria, no dia 5 de Setembro de 2008
"Alguém escreveu sobre "O Que Sobra" que se trata de uma poesia do espaço - do espaço que nos envolve, que é o espaço físico onde moramos, português, mas também o da viagem - há neste livro poemas sobre o visto/sentido e transfigurado em palavra poética - o espaço alentejano e redondezas, mas também o da Arrábida, o do deserto e sobretudo até o da errância, o espaço cósmico - ver, por ex, Pescador de Pérolas - (pág 18) - o do quase recheado de lembranças histórico - culturais e míticas árabe - andaluz, Toledo, Granada, Cádiz, Gibraltar, Tânger - e europeu. O olhar não é de Mestre Caeiro, que não conseguiu, apesar de tanto o desejar, recuperar o "olhar nítido como um girassol que tem uma criança ao nascer" (...). "
Amélia Pinto Pais
quinta-feira, 4 de setembro de 2008
o que sobra

OS PÉS NUS
"Descalça as botas de caminheiro
Respira com os pés nus
a voz solitária da terra
Sabedoria é saber calar
saborear o som do silêncio
Sê sábio escuta o vento
no alto dos cabeços"
PVP. 7, 35 euros
domingo, 24 de agosto de 2008
JOÃO LÚCIO evocação de um poeta

da felicidade
"Da Felicidade trataram todos os grandes pensadores, desde a Antiguidade, até aos nossos dias - Platão, Aristóteles, Epicuro, Epiceto, Séneca, Marco, Aurélio, Santo Agostinho, São Tomás de Aquino, John Stuart Mill, Schopenhauer... Num sentido, pode, perfeitamente, afirmar-se que, em última análise, toda a filosofia, enquanto sabedoria de vida, outra coisa não visa senão a felicidade."


